segunda-feira, 27 de abril de 2026

[ARTIGO] O que é um organismo?




 

Desde pelo menos 1997 (Roche & Barnes, 1997) o estatuto do conceito de “organismo” no Behaviorismo Skinneriano é questionado. Segundo Roche e Barnes, um exemplo notável de que esse estatuto seria privilegiado é o próprio título de um dos textos fundadores da área, o The Behavior of Organisms (“O Comportamento dos Organismos, ênfase nossa - Skinner, 1938). Esse “dos organismos” seria um especificador e um restritor: os analistas do comportamento estariam interessados no comportamento dos organismos e apenas nele (em oposição ao interesse de outras ciências no comportamento de máquinas, partículas subatômicas, ondas e marés, movimentos planetários etc).

Para Roche e Barnes, no entanto, esse estatuto privilegiado precisaria ser relativizado por, grosso modo, três razões Em linhas gerais, temos (i) o conceito de “organismo”, tanto na Psicologia como na Biologia, não teria um significado específico, e sim vários, sendo um termo em disputa e não um termo técnico (essa tese é exemplificada por Roche e Barnes, referenciando Reber (1995), mas ela também é encontrada em trabalhos relativamente mais recentes como o de Palmer (2004) na Psicologia e o de Clarke (2011) na Biologia); (ii) esse conceito poderia, em alguma medida, ser irrelevante para o Behaviorismo Skinneriano, já que as regularidades encontradas pela Análise do Comportamento diriam respeito às relações entre respostas e mudanças ambientais; como salientam Roche e Barnes, a tríplice contingência, por exemplo, não fala sobre organismos. Retomando o próprio Skinner (1947/1999b): “afortunadamente para a psicologia, tem sido possível lidar com o comportamento sem uma compreensão clara sobre quem ou o que está se comportando, assim como parece ser possível lidar com personalidade sem definir ‘pessoa’”. Por fim, (iii) em decorrência da razão i, falar sobre comportamento fazendo referência a organismos pode produzir “reverberações” teóricas que entram em conflito com teses centrais do Behaviorismo Skinneriano. Essa razão será mais bem discutida a seguir, quando apresentarmos as discussões dos textos resenhados.

Seguindo a trilha aberta por Roche e Barnes (1997), Kelvin Fonseca e Diego Zilio realizaram, em um par de artigos (2018, 2021), um esforço (segundo os próprios autores, não exaustivo) de identificar e organizar os modos como o Behaviorismo Skinneriano utiliza o conceito de “organismo” para contribuir com seu refinamento. Seguindo os objetivos de cada artigo (Fonseca & Zilio, 2018, 2021), vamos apresentar, separadamente, os usos do conceito de “organismo” nos trabalhos de Skinner e na literatura behaviorista para além dele.

O conceito de “organismo” nos textos de Skinner

Conscientes das dificuldades para usar o conceito de “organismo” - especialmente da terceira razão identificada por Roche e Barnes (1997), ou seja, a de que o uso irrefletido do conceito pode implicar em desdobramentos teóricos conflitantes com teses centrais do Behaviorismo Skinneriano - Fonseca e Zilio (2018) procuraram identificar o jeito e os contextos em que o próprio Skinner falou sobre organismos. Eles investigaram, em 8 livros escritos por Skinner (dentre os quais o Cumulative Record (1999a) e o Recent Issues in the Analysis of Behavior (1989), duas coletâneas de artigos), os contextos em que a palavra organismo apareceu (verificando por quais palavras era precedida e seguida e em quais tipos de argumento) e organizaram esses aparecimentos em categorias temáticas. 

Uma das principais observações de Fonseca e Zilio (2018) é a de que, para cada uma dessas categorias, é possível encontrar, nos escritos do próprio Skinner, exemplos explícitos das tensões teóricas produzidas pelo uso do conceito de “organismo”. Como exemplo, vejamos o que os autores perceberam sobre a categoria “concepção morfológica do organismo”. Essa categoria foi nomeada recuperando a ideia de “concepção morfológica” elaborada por Palmer (2004) para descrever teorias psicológicas que têm a pele como critério principal para diferenciar organismo e ambiente: organismo é tudo aquilo que está dentro da pele e ambiente, o que está fora. Uma das tensões teóricas decorrentes de ter a pele como critério demarcatório é o risco de cair em concepções de organismo do tipo caixa-preta, segundo as quais a emissão de uma resposta seria fruto, principalmente, de eventos internos do organismo que, por diversos motivos, não estariam descritos. O que Fonseca e Zilio perceberam é que os escritos de Skinner são - refletindo as próprias tensões teóricas da concepção morfológica de organismo - ambíguos em relação a interpretações do tipo caixa-preta. Em certos momentos, Skinner rejeita explicações internalistas do comportamento (dos quais as interpretações do tipo caixa-preta são um exemplo):

“Para distinguir um operante de um reflexo eliciado, nós dizemos que a resposta operante é ‘emitida’. (Pode ser melhor dizer simplesmente que ela aparece, já que a emissão pode implicar em o comportamento existir dentro do organismo e então sair dele. Mas a palavra não precisa significar ejeção; a luz não está no filamento quente antes de ser emitida.)”. (Skinner, 1974, p.53)

Em outros, ele pressupõe a noção de caixa-preta:

Essa posição é às vezes caracterizada como tratar uma pessoa como uma caixa-preta e ignorar seus conteúdos. . . Mas nada está sendo ignorado. Analistas do comportamento deixam o que está dentro da caixa-preta para aqueles que têm os instrumentos e métodos para estudá-la propriamente. (Skinner, 1989, p. 24)

Se os analistas do comportamento reconhecem que há algo interno ao organismo e que há uma comunidade com ferramentas adequadas para estudar esse algo, então eles reconhecem as explicações do tipo caixa-preta como, em alguma medida, legítimas. Não se trataria, aqui, de afirmar que Skinner adere a algum tipo de explicação “neurocêntrica”, segundo a qual os “componentes principais” da caixa-preta seriam o sistema nervoso. Mas trata-se, isso sim, de reconhecer certa indefinição a respeito de como entender e como falar a respeito desses elementos internos. Por questões de síntese, não vamos descrever as tensões teóricas de todas as categorias; recomendamos, no entanto, a leitura do artigo (Fonseca & Zilio, 2018) original para que fiquem ainda mais claras as ambiguidades que o conceito de “organismo” produziu nas elaborações de Skinner.

O conceito de “organismo” no Behaviorismo para além de Skinner

De forma complementar à Fonseca e Zilio (2018), Fonseca e Zilio (2021) investigaram o uso do conceito de “organismo” no Behaviorismo Skinneriano para além dos textos do próprio Skinner. Eles organizaram a literatura em dois eixos: (a) concepções morfológicas de organismo e (b) concepções transdermais de organismo. Como é possível intuir, a principal diferença entre os dois eixos é adoção (concepção morfológica) ou não (concepção transdermal) da pele como critério necessário para delimitar um organismo.

Fonseca e Zilio identificam os trabalhos de Tonneau (2013a, 2013b, 2013c) como os mais representativos da concepção morfológica. Em Tonneau (2013a), a discussão sobre como delimitar o que é um organismo tem uma função específica: propor critérios para delimitar o que pode ou não ser classificado como comportamento. Segundo ele, Skinner teria proposto a interação com o mundo exterior como uma característica necessária de qualquer comportamento. Essa proposta estaria nos seguintes trechos de Skinner (1938): “é mais direto ao ponto dizer que comportamento é aquela parte do funcionamento de um organismo que está engajada em agir sobre ou ter comércio com o mundo externo” (p. 6) e

“Por comportamento, então, eu entendo simplesmente o movimento de um organismo ou de suas partes em um quadro de referência fornecido pelo próprio organismo ou por vários objetos externos ou campos de força. É conveniente falar sobre ele como a ação do organismo sobre o mundo exterior, e, com frequência, é mais desejável lidar com os efeitos de um movimento do que com ele próprio, como é o caso com a produção de sons.” (p. 6, itálicos adicionados).

Além dessa separação entre interno e externo ser relevante por ser feita no contexto de fundação do Behaviorismo Skinneriano, Tonneau (2013a) também propõe que ela seja levada a sério por, pelo menos, dois motivos. O primeiro é o de que o conceito de organismo entendido como um todo organizado e separado do ambiente externo é herdado da Biologia, reforçando o vínculo da ciência Análise do Comportamento com outra ciência mais antiga e bem estabelecida. O segundo é o de que a pele (ou outras barreiras de organismo, como a membrana de uma célula) tem funções biológicas relevantes (por exemplo, auxiliar na coesão espacial e na proteção do organismo) que barreiras simplesmente geométricas (como a parte externa de um robô) não teriam. De acordo com Fonseca e Zilio (2021), dentre outras dificuldades, a proposta de Tonneau (2013a) correria os mesmos riscos que o uso da concepção morfológica feita por Skinner (descritos na seção anterior), principalmente a de que o sistema nervoso poderia não ser visto só como um “mediador da interação entre organismo e ambiente” (Tonneau, 2013b) e sim como, ele próprio, o agente das ações.

As concepções transdermais são compreendidas por Fonseca e Zilio (2021) como propostas que entendem “organismo” como uma entidade que não é constituída apenas pela parte dentro da pele, mas também por processos que ocorrem além dela. Eles identificam três subgrupos de concepções transdermais: I) organismo como hospedeiro; II) organismo como bioprocesso; III) organismo como fluxo comportamental; as quais serão descritas a seguir..

Organismo como hospedeiro

A noção de organismo como hospedeiro se baseia no trabalho de Baer (1976). Nele, Baer antecipa uma das críticas ao uso do conceito de “organismo” feita por Roche e Barne (1997). Segundo ele, os experimentos comportamentais não lidam com os organismos como tal, mas sim com suas respostas - assim como Roche e Barne afirmam que, por exemplo, a tríplice contingência não faz menção ao organismo. Dessa forma, segundo Baer, seria possível traduzir para termos comportamentais as variáveis organísmicas de interesse. Isso possibilitaria analisar os fenômenos de interesse praticamente sem falar sobre os organismos em si, o que, no entanto, estaria em conflito com a afirmação de que a Análise do Comportamento estuda o comportamento dos organismos. Para resolver essa contradição, Baer descreve o organismo como um hospedeiro das respostas, o lugar onde elas acontecem.

Ao longo da leitura de Baer (1976), fica evidente que as preocupações ontológicas (o que é o organismo?) estão vinculadas a questões éticas (o que um behaviorista não deveria fazer). Nesse caso, o que não se deveria fazer é responsabilizar nem rotular o organismo por suas respostas: “é a essência do desrespeito atribuir ao organismo características de algumas de suas respostas” (Baer, 1976, p. 90). Isso porque ele é apenas seu hospedeiro, não podendo ser reduzido a elas. Apesar da pertinência dessas preocupações éticas, pode-se dizer que a concepção de organismo como hospedeiro está sujeita às mesmas críticas que Fonseca e Zilio (2018) fizeram à categoria de organismo como lócus do comportamento: essa definição não resolve a questão dita ontológica, apenas a transfere (criando mais dúvidas) para outro conceito (o que é um hospedeiro do comportamento?). O que seria esse hospedeiro/lócus? Quais das suas características possibilitam que ele hospede as respostas?

Organismo como bioprocesso

O estudo de Palmer (2004) - a partir do qual desenvolve-se a noção de bioprocesso - consiste em uma crítica do modo como a Psicologia como um todo tenta estabelecer diferenças entre organismo e ambiente. Mais especificamente, para Palmer (2004), toda a Psicologia da época (incluindo o Behaviorismo Skinneriano) adotaria o critério morfológico de demarcação. As dificuldades que Palmer encontra com esse critério não são, no entanto, relacionadas ao possível problema das explicações do tipo caixa-preta ou da atribuição de agência ao cérebro. Para entendê-las, vamos analisá-las a seguir.

A primeira dificuldade apontada por Palmer é, pode-se dizer, estrutural. Retomando Sumner (1922), Palmer argumenta que ninguém teria dúvidas em dizer se um ninho de passarinho faz parte do ambiente ou do organismo. Dúvidas poderiam começar a surgir se falássemos, ao invés disso, da carapaça de um molusco. O cenário seria ainda completamente diferente se falássemos do casco de uma tartaruga. Retomando Bentley (1927), Palmer argumenta que essa distinção entre organismo e ambiente é ainda mais difícil quando precisamos, por exemplo, definir o momento exato em que um nutriente deixa de fazer parte do ambiente e passa a constituir o organismo. Sendo assim, a dificuldade é estrutural, porque um simples critério físico, que faz referência a estrutura externa de um corpo, não seria suficiente para demarcar, de modo definitivo, o que é organismo e o que é ambiente.

A segunda dificuldade descrita por Palmer é a de que o conceito de organismo como utilizado pela Psicologia da época apresentaria uma visão estática do organismo. Nessa visão, o organismo seria como um objeto fixo e acabado que não sofre alterações enquanto interage com o ambiente. Ainda fazendo referência a questões estruturais, um exemplo de contraponto possível a visão estática é a de que o organismo passa por uma série de mudanças estruturais ao longo da vida (em postura, tamanho, células pelas quais é composto etc).

Para contornar ambas as dificuldades, Palmer propõe uma visão dinâmica do que é organismo, ou seja, uma visão que leva em conta a passagem do tempo. Levar em conta essa passagem implica em considerar como centrais as mudanças que acontecem na estrutura do organismo e naquilo que o cerca. Além de o organismo estar sempre em mudança, é extremamente difícil estabelecer o momento específico em que um certo elemento deixa de constituir o ambiente e passa a constituir o organismo. Como um critério morfológico de demarcação pressuporia conceber os limites do organismo como consideravelmente estáveis, ele seria inadequado para apreender o caráter dinâmico salientado por Palmer. Dessa forma, seria mais conveniente para a Psicologia abandonar a distinção organismo-ambiente e adotar como unidade de análise um conjunto de processos biológicos dinâmicos de transformação de elementos dispersos de uma cercania em uma certa unidade coesa (mas maleável). A esse conjunto de processos biológicos Palmer dá o nome de bioprocessos.

Organismo como fluxo comportamental

Os principais propositores da ideia de “fluxo comportamental” são os já citados Roche e Barnes (1997). Conforme descrito acima, Roche e Barnes sugerem a possibilidade de o conceito de “organismo” ser irrelevante para a Análise do Comportamento, já que as regularidades observadas por ela seriam entre respostas e ambiente e não entre organismo e ambiente. Ao contrário de Baer (1976), o qual, diante dessa mesma observação, procura elaborar uma definição de “organismo” que preserve a posição privilegiada do conceito no Behaviorismo, Roche e Barnes propõe o conceito de “fluxo comportamental” como forma de evitar qualquer referência a organismos. Segundo eles, o objeto de estudo da Análise do Comportamento são os fluxos comportamentais, entendidos como sequências contínuas entre respostas e eventos ambientais que, eventualmente, se bifurcam, formando fluxos comportamentais paralelos. Nessa visão, a tríplice contingência seria uma das ferramentas para estudar fluxos comportamentais, dividindo-os, didaticamente, em eventos estanques para melhor analisá-los.

Roche e Barnes afirmam que a referência a organismos no Behaviorismo teria persistido até então, porque o nascimento de um organismo poderia ser uma forma de identificar possíveis bifurcações em fluxos comportamentais. Mas, como as regularidades comportamentais são entre respostas e organismos, a relação entre bifurcação no fluxo comportamental e nascimento de um organismo não seriam necessárias; as bifurcações se deveriam, acima de tudo, a mudanças nas próprias relações de contingência entre respostas específicas e mudanças ambientais.

Convém ressaltar então, que o rótulo “organismo como fluxo comportamental” pode colocar os leitores de Fonseca e Zilio (2021) em uma pista falsa. Não se trata, para Roche e Barnes, de preservar o conceito de “organismo” no Behaviorismo ao entendê-lo com um fluxo comportamental. Trata-se, sim, de abandonar o conceito de organismo, substituindo-o pelo de fluxo comportamental.

Algumas observações

Depois dessa longa exposição, podemos concordar com a tese de Fonseca e Zilio (2018, 2021) de que a multiplicidade de significados do conceito de “organismo” existe em Skinner e persiste em seus sucessores. Além disso, podemos concordar também que essa multiplicidade traz consigo riscos de tensões teóricas entre ideias subjacentes a certas concepções de “organismo” e teses centrais do Behaviorismo Skinneriano. Podemos também concordar com Fonseca e Zilio de que essa multiplicidade de significados não é necessariamente sinônimo de confusão conceitual, mas sim de que diferentes autores têm diferentes compromissos teóricos. Dito de outra forma, a concepção de organismo defendida por cada autor vai depender da forma como cada um se posiciona diante de questões como qual seria o vínculo entre Análise do Comportamento e Biologia, qual a relevância de se separar eventos internos e externos de um organismo e quais compromissos éticos um analista do comportamento, dentre outras.

Cabe, enfim, uma última ressalva importante. A proposta dos trabalhos de Fonseca e Zilio (2018, 2021) foi identificar e organizar os diferentes usos do conceito de “organismo” no Behaviorismo Skinneriano e não necessariamente avaliar a pertinência de cada uso. No entanto, essa discussão seria muito enriquecida caso os diferentes usos de “organismo” fossem avaliados quanto a quais implicações cada uso tem para o conceito de comportamento. Independente (talvez) de ser dos organismos ou não, o objeto de estudo da Análise do Comportamento é, justamente, o comportamento. Identificar a relevância do conceito de organismo e, se relevante, qual concepção adotar são tarefas intermediárias e subordinadas a de entender e definir o que é comportamento.

Convém ressaltar que o conceito de comportamento está, em algum grau, também em disputa dentro do Behaviorismo (e.g. Carrara & Zilio, 2013; Lazzeri, 2013; Tonneau, 2013a, 2013b). Sendo assim, a pertinência de cada concepção de organismo está, principalmente, atrelada a quais consequências ela tem para a concepção de comportamento que venhamos a adotar.

Resenha de:

Fonseca, K., & Zilio, D. (2018). O “organismo” na obra de B. F. Skinner: Uma exploração contextual e quantitativa acerca de seu significado. Perspectivas em Análise do Comportamento, 9(2), 141-163. https://doi.org/10.18761/PAC.2018.n2.01

Fonseca, K., & Zilio, D. (2021). Apontamentos para uma concepção contexto-dependente de “organismo”. Acta Comportamentalia, 29(1).

Referências:

Baer, D. M. (1976). The organism as host. Human Development, 19, 87–98. https://doi.org/10.1159/000271519

Bentley, M. (1927). Environment and context. American Journal of Psychology, 39, 54-61. 

Carrara, K., & Zilio, D. (2013). O comportamento diante do paradigma behaviorista radical. Revista Brasileira de Análise do Comportamento, 9(1).

Clarke, E. (2011). The problem of biological individuality. Biological Theory, 5(4), 312-325. https://doi.org/10.1162/BIOT_a_00068

Lazzeri, F. (2013). Sobre o conceito de comportamento: alguns breves comentários. Revista Brasileira de Análise do Comportamento, 9(2).

Palmer, D. K. (2004). On the organism-environment distinction in psychology. Behavior and Philosophy, 317-347.

Reber, A. S. (1995). The Penguin dictionary of psychology. Penguin Press.

Roche, B., & Barnes, D. (1997). The behavior of organisms? The Psychological Record, 47, 597–618. https://doi.org/10.1007/BF03395248

Skinner, B. F. (1938). The behavior of organisms: An experimental analysis. New York: Appleton-Century-Crofts.

Skinner, B. F. (1974). About behaviorism. New York: Alfred A. Knopf.

Skinner, B. F. (1989). Recent issues in the analysis of behavior. Columbus: Merril Publishing.

Skinner,B. F. (1999a), Cumulative record: Definitive edition (pp. 316-329). The B. F. Skinner Foundation.

Skinner, B. F. (1999b). Current trends in experimental psychology. In B. F. Skinner, Cumulative record: Definitive edition (pp. 316-329). The B. F. Skinner Foundation. (Obra original publicada em 1947).

Sumner, F. B. (1922). The organism and its environment. The scientific monthly, 14(3), 223-233.

Tonneau, F. J. (2013a). Comportamento e a pele. Revista Brasileira de Análise do Comportamento, 9(1), 66–73. http://dx.doi.org/10.18542/rebac.v9i1.2132

Tonneau, F. J. (2013b). Comentários sobre o conceito de comportamento. Revista Brasileira de Análise do Comportamento, 9(2), 122-124. http://dx.doi.org/10.18542/rebac.v9i2.2404

Tonneau, F. J. (2013c). A pele como fronteira: Réplicas aos comentários. Revista Brasileira de Análise do Comportamento, 9(2), 148-150. http://dx.doi.org/10.18542/rebac.v9i2.2408


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